Que maldita seja essa crise de identidade generalizada. Maldito seja todo esse sentimentalismo acidental. Toda essa inversão de papéis, discussão de papéis, guerras particulares travadas para reestabelecer as regras dos jogos íntimos. Mas a verdade é que nunca se está num lugar distante e medíocre o suficiente para vivermos nossas vidas medíocres sem julgamentos. Nossos e dos outros.
E, eu preciso admitir, eu não sei me comportar agora.
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