casa comigo que te faço a pessoa mais feliz do mundo.
a mais linda, a mais amada, respeitada, cuidada...
a mais bem comida.
e a pessoa mais namorada do mundo e a mais casada.
e a mais festas, viagens, jantares...
casa comigo que te faço pessoa mais realizada profissionalmente.
e a mais grávida e a mais mãe.
e a pessoa mais as primeiras discussões.
a pessoa mais novas brigas e as discussões de sempre.
casa comigo que te faço a pessoa mais separada do mundo. te faço a pessoa mais solitária com um filho pra criar do mundo.
a pessoa mais foi ao fundo do poço e dá a volta por cima de todas.
a mais reconstruiu sua vida.
a mais conheceu uma nova pessoa, a mais se apaixonou novamente...
casa comigo que te faço a pessoa mais "casa comigo que te faço a pessoa mais feliz do mundo"
mercredi 30 décembre 2009
Comigo
dimanche 27 décembre 2009
Janela
Ah! Que esse cara tem me consumido
A mim e a tudo que eu quis
Com seus olhinhos infantis
Como os olhos de um bandido
Ele está na minha vida porque quer
Eu estou pra o que der e vier
Ele chega ao anoitecer
Quando vem a madrugada ele some
Ele é quem quer
Ele é o homem
Eu
sou
apenas
uma
mulher
♪
A mim e a tudo que eu quis
Com seus olhinhos infantis
Como os olhos de um bandido
Ele está na minha vida porque quer
Eu estou pra o que der e vier
Ele chega ao anoitecer
Quando vem a madrugada ele some
Ele é quem quer
Ele é o homem
Eu
sou
apenas
uma
mulher
♪
Des-isto
a verdade é que a busca não pára
e o tempo não morre.
não me diga se existe um final, e nem se ele será feliz ou não.
felicidade é uma questão de perspectiva
e o tempo não morre.
não me diga se existe um final, e nem se ele será feliz ou não.
felicidade é uma questão de perspectiva
...e eu já tive vertigens tentando encontrar a minha.
mas hoje… hoje, eu só quero dormir. hoje eu só quero ser. e se você tiver sorte de estar comigo, simplesmente me beije na testa e finja ser meu amigo. e quando sair (porque eu quero que você saia) apague a luz. e me deixe, com as minhas lamentações e culpas, do lado de cá do quarto.
mas hoje… hoje, eu só quero dormir. hoje eu só quero ser. e se você tiver sorte de estar comigo, simplesmente me beije na testa e finja ser meu amigo. e quando sair (porque eu quero que você saia) apague a luz. e me deixe, com as minhas lamentações e culpas, do lado de cá do quarto.
samedi 26 décembre 2009
Des-enrolo
e você não faz idéia dos planos mirabolantes que eu tenho feito.
(e esqueça esse Villa-Lobos, porque ele não entende nada de dor.)
(e esqueça esse Villa-Lobos, porque ele não entende nada de dor.)
Por séries
Engraçado. A vida é engraçada, já diria o clichê. Engraçado é ver como tudo passa de uma forma quase mecânica, mas, ainda assim, natural. Você arruma sua mochiila, veste o uniforme. E quando vê acabou. Lá se foram 15 anos. 15 anos de um ritual quase sagrado. Doce, eu diria. E que, por mais que você queira, não voltará. Não vão voltar os ensaios pras festas, as filas indianas, os quadros e as salas cheirando a pó de giz. Não voltarão as guerras de bolinhas de papel, o Liquid Paper emprestado, o lanche coletivo. Também estarão apenas na memória as corridas memoráveis no corredor, as festas com pula-pulas, a professora de matemática e as anotações na agenda. Parece que foi ontem que aquela menininha chagava apreensiva em casa por ter ganhado uma anotação no caderno por não ter feito o dever de casa. Parece que foi semana passada que a mesma garotinha vestia-se de azul royal e colocava um chapéu engraçado que diria nas entrelinhas que ela estava formada. Formada. Formada para uma longa história escolar. Que traria com ela passeios ao zoológico, tardes de piscina e gramado, danças no recreio. Lá se foram a graça do primeiro beijo, o primeiro encontro. Das saídas escondidas, bem ali, atrás da escola. Lá se foram as milhões de canetas coloridas, as fotos na escada, os aniversários. Acabaram as ovadas, a van escolar e os conselhos de classe. Fim das brigas, das cartinhas de amizade eterna. Acabou. Fecham-se as cortinas. É como se agora me faltasse um pedaço. Obrigado, vida. Obrigado por ser tão especial e intensa comigo.
vendredi 25 décembre 2009
Por Paulo V. Aprígio
Mestre, me desculpe por todas as aulas que passei dormindo, escrevendo ou fazendo algo aleatório. Me desculpe pelas brigas que arrumei, pelas vezes que gritei, que subi nas cadeiras, que joguei bolo em você. Me desculpe pelas reclamações matinais, pelos atrasos, pelas conversas enquanto você falava, pelos scraps em ecxesso. Me desculpe pelas fotos, pelos meus ataques de raiva, pelas vezes que te mandei pra um spa. Me desculpe pelas piadas de mau gosto. E pelas de bom gosto. Me desculpe pelas lamentações no msn. Me desculpe pela carência, por não copiar nada do quadro, pelos meus comentários ácidos, pelas fofocas. Me desculpe pelas festas, cafés da manhã, almoços na costelaria. Me desculpe pelas piadinhas prontas, pelas frases feitas ('Que gay!'), pelos Hermanos. Me desculpe por muitas vezes ter quisto que tudo acabasse logo, por querer minhas manhãs de sábado na cama, por sair sexta à noite. Me desculpe pelos projetos da tarde. Me desculpe por não ter estudado o que deveria. Me desculpe pelo vídeo. Me desculpe por não estar compartilhando ainda o sentimento comum a todos no momento.
Me desculpe por essa mania idiota de me desculpar.
Mas saiba que é de coração.
E a 3061/09 será eterna.
Me desculpe por essa mania idiota de me desculpar.
Mas saiba que é de coração.
E a 3061/09 será eterna.
mardi 22 décembre 2009
Sorry
Acho que nunca quis tanto voltar no tempo como nos últimos dias. A sensação de erro, de perda quase me mata. Mas de alguma forma me tira a dor da saudade. Me tira a sensação de vazio eterno. Silêncio melancólico. Desses que faz chorar até quem não está envolvido no problema. Se eu pudesse, pediria as mais sinceras desculpas a todos. Mas desculpas não adiantariam nada. Porém, se me serve de consolo, cresci. Espero que faça coisas diferentes agora. Me perdoem. Eu só quis tentar.
'Um dia a maioria de nós irá se separar, sentiremos saudades de todas as conversas, as descobertas, dos sonhos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos, saudades dos momentos de lágrima, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim, do companheirismo, sempre pensei que as amizades continuassem para sempre. Hoje não tenho mais tanta certeza. Em breve cada um vai pra seu lado, seja pelo destino, ou por algum desentendimento, talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe nos e-mails trocados, conversaremos algumas bobagens. Aí os dias vão passar. Meses, anos até este contato tornar-se cada vez mais raro. Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: Quem é? E diremos que eram nossos amigos, e isso vai doer tanto, foram meus amigos foi com eles que vivi os melhores momentos de minha vida.'
lundi 14 décembre 2009
Mãos ao alto
(eu quero descansar no seu peito o cansaço dessa vida e o peso de ser alguém)
(eu já não sei o que faço, meu bem)
(nem o que farei.)
(eu já não sei o que faço, meu bem)
(nem o que farei.)
samedi 12 décembre 2009
vendredi 11 décembre 2009
trânsito
sou de mínimos recebimentos
carrego o escasso na memória
fiz-me em dar
o que me assoreia é não retribuir
teço margens
aguento o tranco
passo dos limites
e, só às vezes, me faço de desentendida
só pelo vício de te deixar confuso
e te fazer de bobo
carrego o escasso na memória
fiz-me em dar
o que me assoreia é não retribuir
teço margens
aguento o tranco
passo dos limites
e, só às vezes, me faço de desentendida
só pelo vício de te deixar confuso
e te fazer de bobo
até que a morte nos separe
E quando me perguntarem, lhes direi que foi o domingo mais domingo de todos esses 18 anos que vivi. Afirmarei que cada camisa tinha vida própria, que cada grito soava MAIS ALTO.
E quando eu disser que achei que fosse morrer de dor porque parecia ter levado 173 chutes no estômago, falei de toda verdade.
Largar uma prova, sair correndo. E quando perguntarem por que, direi em alto e bom tom: FIZ POR AMOR!
Flamengo, eu te amo.
E quando eu disser que achei que fosse morrer de dor porque parecia ter levado 173 chutes no estômago, falei de toda verdade.
Largar uma prova, sair correndo. E quando perguntarem por que, direi em alto e bom tom: FIZ POR AMOR!
Flamengo, eu te amo.
mardi 8 décembre 2009
Por
Porque a dicotomia dos meus sentimentos e o maniqueísmo que perdura entre amá-lo e desprezá-lo - pelos motivos que eu já mencionei algumas vezes - me destoa e me atarraca na consunção que é o amor de todas as mulheres que ele já teve, multiplicado por dezesseis. Cismo que ele é a aberração mais perfeita e que ninguém vai se aproximar dele. Nem eu, que espalho na minha cama os versos do Chico, os olhos verdes, as coisas que escrevo pra ele. Nem eu, que me cubro com a melodia dele e faço, do nosso romance inventado, meu travesseiro.
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