dimanche 24 avril 2011

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cansaço. cansaço de te escrever.

jeudi 14 avril 2011

colapso

homens não gostam de mulheres tão dependentes
homens não gostam de mulheres que pedem carinho
homens não gostam de mulheres que sofrem ao invés de encherem a cara
homens não gostam de mulheres que ainda pensam que serão felizes pra sempre


homens não gostam de você. aceite.

mardi 12 avril 2011

des-animo

e eu só estou aqui no meu portão, só estou esperando o dia que você me mandar entrar e nunca mais voltar.

mercredi 6 avril 2011

água e sal

[desenvolvi a mórbita mania de olhar compulsivamente o celular todas as vezes que fico triste. talvez em busca de que ali esteja alguma solução estantânea. talvez eu queira apenas um sinal de vida seu]

dimanche 3 avril 2011

Daqui

eu sou só dessas que têm teorias muito próprias. dessas que gostam de ouvir conselhos (para não segui-los). sou feita de um coração enorme, desses que batem de maneira irregular e dessas que choram vendo a sessão da tarde. sou de uma moleza, uma vontade. tenho o sono leve e acordo assustada quando sonho contigo. já fui mais dificil, sim, eu admito. já dormi do seu lado e não me permiti acordar sem roupa. sou dessas que arrumam desculpas pra te ver. que atrapalham seu horário todo e te acorda com beijos. sou feita de prós e contras. dessas receitas caseiras que não fazem mal. e bem também não fazem. tenho um quinhão de dignidade guardado no peito, com a certeza que ficará bem ali, até você querer me dispensar e eu pedir peloamordedeus que você não o faça. sou dessas e daquelas. daquelas que esperam uma ligação sua que não virá, mas que ainda assim respiram esperança e bebem otimismo.

mercredi 30 mars 2011

assim

eu odeio seu jeito banal, odeio seu cheiro nas minhas roupas, odeio dormir do seu lado como se toda vez fosse a última.



odeio pertencer. a você.

samedi 26 mars 2011

a/c

Eu nunca escrevi pra você. Ao longo desses quase 4 meses eu nunca parei pra escrever pra você. Talvez porque eu quisesse negar o que carrego aqui no coração, talvez porque quisesse me fazer de moça banal dessas que se vestem bonitas e perfumadas pro mundo e não pra um. Eu tive vontade sim, muitas vezes, de vir aqui reclamar, elogiar. Como naquele dia em que você fez carinho no meu cabelo e eu achei que fosse dormir ali, do seu lado, pra sempre. Ou daquela outra em que você me recebeu de madrugada, com aquela chuva, e me fez sentir tão boba como se eu ainda tivesse 12 anos. Você é assim. Faz eu me sentir uma menina boba com uma flor na mão esperando seu amor na estrada, solitária. Uma menina boba que sente saudade de acordar com café da manhã na cama e sorriso na cara. Mas a verdade é que nunca te escrevi porque esperava que você fosse diferente. Esperava que você tirasse do meu peito esse nó e essa vontade de morrer que eu trago na garganta. E, enfim, eu tô aqui, escrevendo pra você. Como escrevi pra todos os outros. Porque você é igual a todos eles.