mardi 8 décembre 2009

Por




Porque a dicotomia dos meus sentimentos e o maniqueísmo que perdura entre amá-lo e desprezá-lo - pelos motivos que eu já mencionei algumas vezes - me destoa e me atarraca na consunção que é o amor de todas as mulheres que ele já teve, multiplicado por dezesseis.
Cismo que ele é a aberração mais perfeita e que ninguém vai se aproximar dele. Nem eu, que espalho na minha cama os versos do Chico, os olhos verdes, as coisas que escrevo pra ele. Nem eu, que me cubro com a melodia dele e faço, do nosso romance inventado, meu travesseiro.


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