vendredi 2 avril 2010

Partitura

Outra coisa que preciso te fazer ciente: nunca há sonetos o suficiente. Nem que você junte os d’O Poetinha, do português e até aquele lá que o Francisco fez. Nunca há sonetos o suficiente. Se isso aqui é sobre mim, se é sobre você ou se é sobre nós dois eu já não tenho certeza. E essa coisa de não se ter certeza é um clichê tão freqüente (note o pleonasmo) que eu não vou me preocupar. Então olha: vou te escrever um outro em breve. Não vai ser o suficiente. Estou só avisando, anunciando. Vai ser sobre nossos desencontros. Ou talvez sobre suas mãos. As mãos são as mais bonitas partes do teu todo. Minto. São os olhos. Juntos, são a coisa mais bonita do teu todo. Ah, mas o teu todo é tão…






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